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Quem é quem no tabuleiro da IA: veja os modelos, apps e empresas desse mercado – UOL

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A inteligência artificial mexeu com negócios, trabalhos e com o cotidiano das pessoas. Ainda assim, há certa complexidade em entender o que são modelos, aplicativos e quem são as empresas por trás da inovação e dos riscos trazidos por essa tecnologia.
Para ir além da comparação com o ChatGPT, a Folha desenhou um tabuleiro para mostrar o que está em jogo e quem é quem nesse mercado.
Os apps são as plataformas que os usuários conhecem e acessam. Por definição, eles são programas feitos para executar tarefas específicas.
O ChatGPT, por exemplo, foi feito para conversar com o usuário, a partir da caixa de texto. É uma tarefa genérica, mas ainda assim uma função definida. O Gemini, do Google, funciona da mesma forma.
A solução de inteligência artificial da Adobe, o FireFly —que permite criar imagens a partir de uma IA generativa—, é outro exemplo de aplicativo.
Por trás de cada app, estão os chamados modelos fundacionais, espécie de motor ou cérebro que faz os cálculos probabilísticos que entregam imagens, textos, vídeos ou áudios.
No caso do ChatGPT, da OpenAI, o que move os pistões é o GPT-3.5, na versão gratuita, e o GPT-4, mais potente e dedicado à versão paga. Em breve, todos os usuários terão acesso ao novo GPT-4o, capaz de conversar por voz e vídeo em tempo real.
O ChatGPT para assinantes ainda está equipado com o Dall-E, que gera imagens.
O modelo do Google é o Gemini, disponível em diferentes tamanhos: nano, pro e ultra.
Esses algoritmos, em certa medida, são como o motor de um carro: quanto mais potentes, mais consomem em processamento. Por isso, as empresas criam algoritmos menores para funcionarem em smartphones, não tão equipados quanto os computadores.
Parte desses modelos tem o seu código de programação aberto para o público. Assim, outros programadores podem reutilizar a tecnologia e editarem para uso próprio. É o caso de Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp), xAI (de Elon Musk) e Stable Diffusion (plataforma geradora de imagens).
Outras empresas mantêm a receita de suas inteligências artificiais guardadas a sete chaves. São os modelos de código fechado, como acontece com os GPTs da OpenAI e o Gemini do Google.
Essas companhias afirmam que é assim que minimizam os riscos inerentes à inteligência artificial, como o alastramento de desinformação ou o acesso a instruções perigosas. Por outro lado, escondem seus segredos comerciais da concorrência e limitam o acesso ao conhecimento sobre a tecnologia.
Os críticos dizem que a escolha tem a ver com dinheiro. A francesa Mistral começou com um modelo de código aberto, mas fechou sua tecnologia, após fechar um acordo bilionário com a Microsoft.
Outra maneira de diferenciar as soluções de inteligência artificial é verificando se o algoritmo é executado nos computadores da própria empresa ou em uma nuvem.
Essa separação tem implicações na segurança dos dados e no modelo de negócios.
Os modelos fundacionais da OpenAI, por exemplo, ficam hospedados na nuvem da Microsoft. Com isso, a startup precisa de cada vez mais poder computacional da criadora do Windows para desenvolver as próprias tecnologias e, por isso, reinveste boa parte do dinheiro que recebe na Microsoft.
O Google, por sua vez, mantém infraestrutura própria.
O modelo da Meta, por ser de código aberto, pode ser executado em qualquer ambiente: nuvem, computador ou smartphone. Quanto menor a capacidade computacional, pior o desempenho.
As nuvens que processam os modelos de inteligência artificial são grandes redes de super computadores, os chamados data centers.
Os complexos cálculos que fazem os atuais modelos de IA só são possíveis graças a um avanço de engenharia nos chips, em especial à criação das GPUs, unidades de processamento gráficos, da Nvidia. Essas placas de computador fazem diversas operações ao mesmo tempo, por meio de circuitos em paralelo.
Impulsionadas por essa demanda computacional, as empresas que mais cresceram com a disparada da inteligência artificial foram as que executam serviços de nuvem, como a Microsoft, e as fabricantes de chip, como a Nvidia, que viu seu valor de mercado quadruplicar no último um ano e meio.

As redes sociais tentam se projetar nessa corrida pelo mercado de IA. Maior e mais recente sinal disso foi o lançamento da MetaAI, aplicação de inteligência artificial disponível nas redes sociais da Meta —Instagram, Facebook e WhatsApp.
A empresa vai usar o alcance de suas plataformas a quase 4 bilhões de usuários para projetar seus próprios modelos de IA. É uma estratégia similar à adotada no lançamento do Threads, que contou com um impulso do Instagram para se tornar a primeira plataforma a ter mais de 100 milhões de usuários.
Elon Musk faz algo semelhante com o X, antigo Twitter. Seu modelo de IA, Grok, fica integrado à rede social —somente os pagantes da versão premium têm acesso. Além disso, o Grok acessa informações em tempo real do X, algo que os outros apps de IA não conseguem fazer.

Nessa disputa, além das big techs, estão também startups que desenvolvem inteligência artificial. A mais famosa delas é a OpenAI, mas ao menos outras cinco empresas receberam investimentos bilionários.
A startup fundada por ex-engenheiros do Google Inflection, por exemplo, chamou atenção da Microsoft e da Nvidia por conseguir bons resultados com modelos fundacionais menos parrudos que os da OpenAI. Um ano depois, dois de seus fundadores foram contratados pela Microsoft para comandar um laboratório de inteligência artificial da empresa.
A Anthropic, responsável pelo chatbot Claude, se destaca pelas capacidades textuais de sua tecnologia e pela maior atenção ao debate de segurança na operação de plataformas de IA.
A Cohere é a maior parceira do serviço de nuvem da Amazon, a AWS, e tem mais foco em soluções corporativas ou governamentais.
Stability.AI, Midjourney e Runway concentram seus esforços em IAs geradoras de imagens.
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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

Sobre o autor

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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

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