• Home
  • Notícias
  • Pages
  • IA pode ajudar a dar vazão às demandas previdenciárias, diz Barroso – Migalhas

IA pode ajudar a dar vazão às demandas previdenciárias, diz Barroso – Migalhas

Apoiadores
Fomentadores

Quem Somos
EDITORIAS
Migalhas Quentes
Migalhas de Peso
Colunas
Migalhas Amanhecidas
Agenda
Mercado de Trabalho
Migalhas dos Leitores
Pílulas
TV Migalhas
Migalhas Literárias
Dicionário de Péssimas Expressões
SERVIÇOS
Academia
Autores
Migalheiro VIP
Catálogo de Escritórios
Correspondentes
e-Negociador
Eventos Migalhas
Livraria
Precatórios
Webinar
ESPECIAIS
#covid19
dr. Pintassilgo
Lula Fala
Vazamentos Lava Jato

Fale Conosco
SERVIÇOS
Academia
Autores
Migalheiro VIP
Catálogo de Escritórios
Correspondentes
e-Negociador
Eventos Migalhas
Livraria
Precatórios
Webinar
EDITORIAS
Migalhas Quentes
Migalhas de Peso
Colunas
Migalhas Amanhecidas
Agenda
Mercado de Trabalho
Migalhas dos Leitores
Pílulas
TV Migalhas
Migalhas Literárias
Dicionário de Péssimas Expressões
MIGALHAS QUENTES
Publicidade
Publicidade
Da Redação
sexta-feira, 28 de junho de 2024
Atualizado às 10:03
O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, ressaltou em entrevista que em muitas partes do mundo a inteligência artificial já começa a ser utilizada em processos decisórios. Segundo S. Exa. uma área em que há problemas estruturais de dar vazão à demanda é na previdenciária e, portanto, é muito possível que a inteligência artificial possa agilizar decisões e soluções nessa matéria.
“Sempre sob supervisão humana”, alerta o ministro. Para Barroso, a inteligência artificial não tem discernimento do que é certo e errado, do que é o bem ou o mal, ela atua com dados, instruções e objetivos, com as quais ela é alimentada por pessoas humanas e, portanto, os juízes ou os administradores continuam responsáveis pelo output.
O que é output?
No contexto acima, output refere-se ao resultado ou produto gerado pela inteligência artificial com base nos dados, instruções e objetivos fornecidos por seres humanos. Em outras palavras, é o conjunto de decisões, recomendações, ações ou informações produzidas pela IA.
Entretanto, o ministro acredita que a inteligência artificial pode, sim, ser de grande utilidade e, em algum momento de um futuro próximo, fazer a primeira minuta da decisão.
“Acho até que nós vamos chegar ao ponto em que essa primeira minuta vai ser pública, mas a decisão final é do juiz, e se ele não adotar a solução proposta pela Inteligência Artificial ele vai ter o ônus argumentativo de demonstrar porque ele não seguiu. Eu acho que vai ser um mundo de mais transparência e talvez mais eficiência, mas nós não chegamos lá, essa é apenas uma antecipação do que eu acho que pode vir.”