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Como fica o profissional de contabilidade em tempos de inteligência artificial? – Correio do Estado

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Fabio Oliveira e Suzana Slonzon – Coordenadores de MBA da Trevisan Escola de Negócios
Como fica o profissional de contabilidade em tempos de inteligência artificial?
A inteligência artificial (IA) tem mudado significativamente a forma como o trabalho é realizado. Tarefas repetitivas, antes executadas por pessoas, estão sendo automatizadas.
Essa automatização começou na indústria nos anos 1970 e trouxe muitas incertezas à época, mas mostrou-se um impulsionador na melhoria da qualidade dos empregos, exigindo, principalmente, mais qualificação dos profissionais. Com a inteligência artificial, esse processo agora alcança os escritórios, como os de contabilidade, por exemplo.
Isso significa o fim dos empregos como os conhecemos hoje em dia? Nas revoluções industriais, vimos substituições de funções por novas. Não é diferente agora. Ainda passaremos por trocas significativas nas profissões e, embora não seja possível prever exatamente quais serão, sabemos que as atividades que envolvem tarefas repetitivas ou análise de grandes volumes de dados serão as primeiras a serem afetadas.
Um artigo de 2015 do jornal MailOnline do Reino Unido, intitulado “Will your job be stolen by a robot?”, afirmou na época que havia uma chance de 93,5% de contadores e auditores serem substituídos pela automação, por meio da inteligência artificial. Em 2019, a consultoria McKinsey assegurou que haveria apenas uma redução no trabalho repetitivo, deixando as atividades mais nobres da contabilidade para os seres humanos.
Seguindo a mesma linha estão as “Big Four”. As quatro grandes empresas de contabilidade estão investindo pesadamente em inteligência artificial, porque acreditam que a tecnologia não substituirá os contadores, mas aumentará sua eficiência.
Ao longo dos anos, a percepção caótica da quase extinção da profissão contábil evoluiu para o aprimoramento, aumento da eficiência e melhoria significativa da qualidade, com o uso da inteligência artificial e outras tecnologias. Nesse sentido, é possível dizer que, assim como aconteceu com a indústria, a automação nos escritórios trará novas oportunidades de crescimento para os profissionais e não a sua extinção total.
Os contadores, assim como em várias outras profissões, precisam conhecer as tecnologias disponíveis em sua área de atuação, incluindo a inteligência artificial, os algoritmos de ciência de dados, a computação em nuvem e ferramentas de visualização, entre outras disponíveis no mercado, porque o aprendizado deve ser contínuo. Por outro lado, é preciso levar em conta até onde é possível ir com o uso dessas tecnologias.
A inteligência artificial pode trazer alguns riscos se não utilizada de forma adequada. A inclusão de dados incorretos, por exemplo, gerará relatórios com informações distorcidas, podendo acarretar, inclusive, prejuízos para a organização. Por isso, é importante que as instituições estejam atentas à qualidade das informações que utilizam para alimentar essas ferramentas. Outro cuidado que também deve ser observado é o nível de segurança dos dados que serão manipulados pela IA, uma vez que o contador poderá utilizá-la em seus relatórios.
Garantir a segurança e privacidade dos dados é essencial. Apenas pessoas autorizadas podem acessá-los e manuseá-los. Também é fundamental que haja supervisão do contador para analisar os resultados gerados, contextualizar ao cenário aplicado e tomar decisões embasadas em algo que seja confiável.
Sabemos que o uso dessas tecnologias é um caminho sem volta. Mas, mesmo diante das transformações impulsionadas por essa evolução, outro ponto torna-se um requisito extremamente mais importante: aprimorar habilidades interpessoais. Isso inclui ter ética, resiliência, inteligência emocional, capacidade de escuta ativa e boa comunicação. Além disso, o contador tem um papel analítico e estratégico que nunca deve ser subestimado.  As chamadas “soft skills” não podem ser substituídas, pelo menos por enquanto. E isso não pode ser descartado.
Cláudio Humberto
Deputada Rosangela Moro (União-SP) sobre a política de arroz estatal de Lula 
03/06/2024 07h00

Tem sido uma luta implantar a lei aprovada no Congresso que extinguiu as “saidinhas” de presos do sistema penitenciário. Enquanto tribunais de Justiça como o de Minas Gerais passaram a cumprir e fazer cumprir a lei, como ordena a Constituição, outros TJs, como o paulista, mantiveram as “saidinhas” de junho. Um criminoso condenado por roubo com emprego de violência recorreu, exigindo manter suas saidinhas, e o ministro André Mendonça atendeu, alegando que a lei “não retroage para prejudicar”. 
O ministro do STF ignorou um princípio bem mais relevante, que deveria preponderar: a lei pode retroagir, sim, quando beneficia… a sociedade. 
Há o risco de o STF adotar a ideia curiosa de validar o fim da saidinha só para novos condenados, criando duas classes de bandidos no sistema. 
A cada saidinha, em São Paulo 1.500 fogem para retomar o crime. Até agora, no Estado, a saidinha deu fuga a mais de 15.000 bandidos. 
O procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro, do Rio, lembra que não há um só estudo atestando que “saidinha” ajuda a recuperar presos. 
O presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, Evair de Mello (PP-ES), endossa críticas dos arrozeiros ao governo federal por importar o cereal mesmo sem risco de desabastecimento. “[Lula] Está aproveitando a desgraça do Rio Grande do Sul para acabar de arrebentar o agronegócio”, avalia o deputado. O parlamentar também critica a propaganda do governo Lula impressa nos pacotes de arroz, “Imagina vender mercadoria com a logo do governo. Isso é crime eleitoral”. 
Evair suspeita da intenção por trás da importação do arroz, “o governo quer comprar e sustentar relações exteriores com sabe-se lá quem”. 
Lula liberou R$7,2 bilhões para comprar toneladas de arroz. A grana, ainda sem destinatário certo, volta como arroz com logo do governo. 
Nesta semana, o deputado José Medeiros (PL-MT) vai pedir a convocação de Carlos Fávaro (Agricultura) para explicar a importação. 
A Justiça do Trabalho arrecadou R$6 bilhões com sentenças em 2023, aponta o Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça. Mas custou ao pagador de impostos mais de R$23 bilhões, 95% com a folha. 
Geraldo Alckmin (Desenvolvimento), Carlos Fávaro (Agricultura), Simone Tebet (Planejamento) e Márcio França (Microempresas) se mandam nesta semana para uma temporada na Arábia Saudita e China. 
Parou nos assuntos mais comentados do X, ex-Twitter, o #VetaLula, para pressionar o petista a vetar taxação de compras até US$50. Mas boa parte das postagens já não acreditava no veto. 
A Comissão Especial sobre desastres e calamidades naturais da Câmara marcou sessão desta 2ª-feira bem longe de Brasília, em Salvador (BA). Às vésperas da reunião, os convidados sequer confirmaram presença. 
Em Praia Grande (SP), a reprovação ao Lula 3 foi de 53,5% em março para 56,2% em maio, diz o Paraná Pesquisas (SP-01322/2024) de sexta (31); 37,4% dos 330 mil habitantes avaliam o governo como péssimo. 
Portaria do Ministério da Justiça sobre câmeras em uniformes de agentes de segurança pública incomodou parlamentares. Foram quatro projetos de lei para derrubar as diretrizes em menos de 24h. 
Ao comentar a condenação do ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) lembrou que “no Brasil, temos um condenado, depois descondenado como presidente”. 
Além do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) terão que explicar na Câmara a suspeitíssima compra de arroz pelo governo Lula. 
Pensando bem… 
…saída para saidinhas é jeito no jeitinho. 
Os parlamentares sobrecarregam os redatores particulares ou do próprio Congresso para redigir discursos. O Instituto de Pesquisa e Assessoria dos Congressistas, no final dos anos 80, de tão assoberbado, trocou os textos dos deputados Jerônimo Santana (RO) e Minoro Massuda (SP). O deputado paulista foi o primeiro a usar a tribuna, em tom dramático: “Senhor Presidente, o problema de conflito de terras em Rondônia…”. Interrompeu ao perceber o engano e jogou a toalha: “Pô, presidente, eu não sou de Rondônia…”. E foi embora, praguejando. 
___ 
Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos 
www.diariodopoder.com.br 
Giba Um
de Alexandre de Moraes, despedindo-se da presidência do TSE. 
03/06/2024 05h30
Giba UM Divulgação
 Em novembro de 2025, Belém receberá 140 chefes de Estado na abertura da COP30. Como ocorre em eventos globais com tantos líderes o planejamento de segurança contra ações terroristas é uma prioridade. Lula, até agora, não envolveu a elite militar do país na conferência 
Mais:  e os comandantes das Forças Armadas já alertaram o Planalto. E nada aconteceu. Militares utilizados em acontecimentos do porte do COP30 tem todo o planejamento de segurança iniciado até mesmo com um ano de antecedência. 
A atriz e empresária (dona da grife Ginger) Marina Ruy Barbosa, 28 anos, acaba de encerrar seu contrato fixo com a Globo. Um dos motivos alegados segundo sites de fofoca é que ela quer ter mais qualidade de vida sem precisar negar trabalhos. Independente do contrato, Marina ainda é uma das queridinhas da publicidade, só neste mês estará em três campanhas: dos chocolates Kopenhagen (recentemente comprado pelo Grupo Nestlé) para o Dia dos Namorados; para Melissa apresentando os novos modelos da grife e para Uza Shoes, apresentando a nova coleção de calçados e bolsas para o inverno. Mais: a atriz que já demonstrou em outras oportunidades ser uma pessoa solidária, também entrou numa campanha para as vítimas do Rio Grande do Sul. Além de reverter parte da renda das vendas de sua grife, também disponibilizou suas lojas para ser pontos de arrecadação de doações, além de ceder o direito de imagem de um ensaio feitos com gatos resgatados, para reverter na arrecadação de ração para os animais que também se transformaram em vítimas da enchentes do estado gaúcho, unindo-se a Specialdog e Specialcat para doar 10 toneladas de ração.  
O Banco Safra está projetando um Brasil pedalando firme já no final de 2024 e colhendo essa “boa safra” durante um futuro próximo. É a conclusão que pode ser tirada da análise do ex-ministro Joaquim Levy, diretor de Estratégica Econômica com o Mercado da instituição financeira. Levy acha que quem apostar no banco ganharia duplamente: primeiro, o retorno do dinheiro investido; depois, o privilégio de viver “em um país róseo e exuberante”. Ele não leva em consideração variáveis que não estão no horizonte, pelo menos com algumas probabilidades. Outros analistas – surpresos – apostam que Levy não é um insider: é respeitado conjunturalista e deve ter informações originadas nos intestinos do poder. Afinal, foi ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff.  
Ainda a análise de Joaquim Levy: o ex-ministro destoa do mercado. Economistas de outras instituições financeiras, que fizeram doutorado, com ele, na Universidade de Chicago, apostam no Boletim Focus de que as expectativas econômicas para 2024/2025 do setor financeiros (comparando 17 setores da indústria) serão piores, na média, em 98% dos financistas. Não há nenhuma regra para que a mesa de operação tenha de seguir orientação de Levy, mas chega a ser curioso o Safra, conservador. Assine, por tabela, um cenário tão positivo para o país.  
Niina Secrets é quase um sinônimo de maquiagem. Bruna Santina Martins que acaba de completar 30 anos, começou aos 16 anos como youtuber de maquiagem onde ganhou o apelido. Mais tarde se tornou uma referência  como influenciadora digital e empresária de uma linha de maquiagem com nome homônimo de seu apelido. Com 8 milhões de seguidores em suas redes sociais ela conta como lida com a fama: “Mantenho um equilíbrio saudável. Sei que compartilhar minha vida pessoal é uma grande parte do meu trabalho e permite uma conexão mais autêntica com meus seguidores. Equilíbrio tudo isso estabelecendo equilíbrio entre privacidade e bem-estar”. E garante que “O maior desafio de ser mulher e empreender é equilibrar todas as responsabilidades e expectativas. Além de gerenciar o negócio, muitas de nós também cuidamos da família e da casa, e ainda enfrentamos preconceitos e estereótipos no mercado. É um desafio constante ter que provar nosso valor e competência”. 
In – Pão de batata recheado com calabresa 
Out – Pão de fubá recheado com calabresa 
O Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas está defendendo que os PMs que carregam no peito câmeras corporais posam suspender as gravações nos momentos que bem entenderem, inclusive nos momentos de ação. Traduzindo: podem impedir a gravação de cenas que poderiam incriminá-los. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski quer normas mais rígidas: quer que as câmeras sejam entregues aos PMs no início do expediente e que o desligamento só ocorra para preservar intimidades dos agentes, como ir ao banheiro ou fazer refeições.  
 
 
 
 
 
 
 
 
Nas previsões sobre o futuro da Petrobras, sob o comando de Magda Chambiard, é que haverá maior influência política na estatal. Ou seja: maior interferência do acionista controlador na gestão. Magda será uma espécie de “ministra da Petrobras”. Ela estará alinhada às ideias e propostas do governo e exatamente por isso que Lula a escolheu. Alguns, contudo, acham que a estatal ser controlada pela União não é garantia de um poder amplo, geral e irrestrito pelo governo. Afinal, todos os presidentes da República têm influência sobre a estatal, o que não significa interferência total. Houve grande evolução na governança da empresa depois do escândalo de corrupção. 
A agenda de Lula revela o quanto de aversão que o presidente alimenta em relação aos ministros, nomeados para tentar governabilidade. Passados 150 dias de 2024, quatro ministros nunca foram recebidos para despachar com o chefe: Waldez Góes (Integração), Simone Tebet (Planejamento), André de Paula (Pesca) e o general Marcos Amaro (GSI). A lista encurtou porque Celso Sabino (Turismo) teve seu primeiro despacho na semana passada. Dos 39 ministros, 18 conseguiram até hoje uma reunião privada com Lula. Rui Costa teve 7 reuniões e empatou com Paulo Pimenta (ainda na Secom). 
 A soma de todos os salários em circulação na economia aumentou 8% no último ano e o país gerou 33% mais empregos formais. As previsões de crescimento do PIB são de 2% para este ano, mais do que esperado inicialmente. São dados do IBGE e ainda assim, a popularidade do governo continua baixa. E pesquisas revelam que para 57% dos brasileiros “o país está na direção errada”. Mais: embora desempenho econômico possa ser fatal para a continuidade de um governo, o tempo em que bons resultados garantiam a vitória nas urnas não existem mais. Fatores ideológicos, segurança pública e agenda sintonizada com o futuro estão pesando mais, dizem os analistas.  
O Grupo SBF está fazendo com a Nike o que nem a Nike conseguiu fazer. A companhia trabalha para 2024 com uma projeção de aumento de 15% nas vendas da marca no Brasil. Seria um crescimento superior ao do ano passado, em torno de 11%. Nos anos de gestão da própria no país, a Nike nunca alcançou uma alta de receita de dois dígitos. A paciência durou até 2020, quando os norte-americanos venderam sua operação no Brasil para a SBF, dona da rede de lojas Centauro, por R$ 900 milhões. Em meio à crise no varejo não deixa de ser uma proeza o tanto que o grupo está extraindo da Nike.  
Fernando Haddad (Fazenda) espera que a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprove a regulamentação da reforma tributária até dia 8 de julho. Para ele, o prazo é “factível”. Os alimentos processados podem ser reinclusos na reforma tributária (foram retirados do pacote de seletivos) através de modificação de ordem semântica. Entrariam na sacola do imposto sobre bens e serviços “prejudiciais à saúde e ao meio ambiente”. O expurgo foi feito pela bancada ruralista e pelo Centrão.  
Só mesmo a pressão por parte expressiva do Congresso conseguiria retirar os processados do leque de produtos a serem majorados com impostos maiores. Estudo do Banco Mundial prevê que um aumento de 10% no preço reduziria o consumo desses alimentos em 17% na média. Os benefícios seriam para as famílias mais pobres, que mudariam uma parte maior de seu consumo para alimentos mais saudáveis, além de ajudar a diminuir os níveis de obesidade da população esses alimentos estão associados a 10,5% de todas as mortes prematura de adultos de 30 a 69 anos.  
O FIM da isenção de importações até US$ 50, a “taxa da blusinha”, pode afetar R$ 1 bilhão em compras mensais. A Câmara aprovou taxação de 20% do Imposto de Importação além dos 17% já cobrados de ICMS. O Imposto de Importação está zerado, desde agosto, para remessas de até US$ 50. Compras acima desse valor para importados são tributadas em 60%.  
FOI  uma recompensa a remoção de Frederico Meyer da embaixada em Telaviv para a missão do Brasil na Conferência do Desenvolvimento, em Genebra. Ele é mais um diplomata que passou vergonha por causa de Lula e sofreu humilhação de Israel Katz, chanceler de Benjamin Netanyahu, no Museu do Holocausto. Lula foi o primeiro presidente brasileiro a ser considerado persona non grata no exterior e inócua a presença do embaixador brasileiro.  
NOVAS denúncias contra o ministro Juscelino Filho (Comunicações) inspirou o PT a indicar o nome de César Alvarez, secretário executivo da Pasta entre 2011 e 2013, para substituir o polêmico ministro. Alvarez foi Chefe de Gabinete Adjunto da Presidência da República entre 2004 e 2013. Só que Lula não planeja afastar Juscelino. Ele tem por costume não demitir o colaborador quando todos pedem sua cabeça. Aí, a vítima esfria a cabeça, acha que vai permanecer e tem seu afastamento assinado. Que o diga Jean Paul Prates.  
A NESTLÉ é apontada no setor como principal candidata à compra da Gran Coffee, empresa de autosserviço de cafés e bebidas quentes colocada à venda pela Pátria Investimentos. A investida da multinacional suíça é interpretada como uma “operação tranca mercado”. A Nestlé quer impedir a entrada de novos concorrentes ou aumento de participação das empresas já no mercado. A Gran Coffee tem mais de 30 mil máquinas ativas em cerca de 10 mil empresas em modelo de comodato ou locação. Fatura cerca de R$ 200 milhões. É menos do que faturava antes da pandemia: cerca de R$ 300 milhões.  
A MARCOPOLO está acelerando no mercado sul-americano de ônibus elétrico. As placas de trânsito apontam em direção de cidades importantes como como Santiago, Buenos Aires e Lima, todas com projetos de eletrificação da frota. Outro alvo seria a Colômbia, que já tem uma posição estratégica como fornecedora de veículos para Bogotá. Uma das grandes apostas é o modelo Attivi Integral, que entrou em fase de testes. A Marcopolo não se descuida do front doméstico: está de olho no pacote de financiamento para a renovação e eletrificação da frota de ônibus do país anunciado pelo BNDES. Ao lado, serão recursos do FAT e do Fundo Clima.  
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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

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