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Como a inteligência artificial vem reduzindo o tempo de internação dos pacientes – Maringá Post

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Na atualidade, diversas ferramentas estão sendo incorporadas ao dia a dia de clínicas e hospitais, com o propósito de otimizar processos.
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Eles são capazes de antecipar escolhas, conseguem diminuir o tempo entre a procura e a compra de um produto e analisar o comportamento do consumidor. Tudo isso tendo como base as inúmeras informações que o próprio usuário fornece através de suas interações.
Os softwares que aprendem a partir de experiências, exemplos e dados vêm resultando em uma verdadeira revolução não apenas para áreas como comércio, publicidade e design, mas também à medicina. 
Na atualidade, diversas ferramentas estão sendo incorporadas ao dia a dia de clínicas e hospitais, com o propósito de otimizar processos, adotando práticas que prezam pela eficiência e resultados melhores para pacientes e toda a cadeia profissional do setor. Uma delas diz respeito ao uso da inteligência artificial para reduzir o tempo de internação.
“Esses softwares têm favorecido a rotina hospitalar, integrando, por exemplo, dados de consulta médicas, exames, procedimentos cirúrgicos e os prontuários dos pacientes”, explicou o professor da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador na área de inovação tecnológica aplicada à saúde, Dr. Paulo Henrique de Souza Bermejo.
Quando relacionada à redução de tempo de internação, a inteligência artificial funciona promovendo um atendimento de qualidade, assegurando as normas de segurança assistencial e possibilitando um desfecho mais rápido, aonde o paciente retorna para casa mais cedo.
Em linhas gerais, é assim que acontece: imagine que uma paciente busque o Pronto-Socorro com queixa de dor abdominal, ela tem 21 anos e não apresenta comorbidades. Com o uso da ferramenta de IA, é possível avaliar a trajetória dessa jovem mulher e de outras que disponham de características semelhantes, não apenas em relação à queixa dela, mas considerando igualmente o histórico epidemiológico, o tratamento e os desdobramentos em casos similares.
“Analisando os procedimentos feitos na unidade hospitalar, por exemplo, é possível receber uma série de informações úteis. Uma delas é compreender as prescrições realizadas habitualmente no que se refere à exames e medicamentos, o tempo que a pessoa permaneceu no hospital, o intervalo para obtenção de um diagnóstico definitivo e de que maneira esse atendimento repercutiu na jornada desse paciente”, destacou o especialista.
É assim que ocorre a otimização, pois todas as vezes que é entregue uma melhoria nesse processo, oportunizando um atendimento de saúde aprimorado, esse registro do paciente fica arquivado. Isso tanto torna os procedimentos internos mais eficazes, como possibilita um cuidado melhor e mais personalizado, a partir da coleta histórica de dados comportamentais, segundo pontuou o professor. Por isso, o desfecho pode ser mais rápido e seguro, o que contribui para que o paciente retorne para casa mais cedo.
Para Bermejo, a IA é uma ferramenta que potencializa o trabalho do médico, atuando como suporte e beneficiando os usuários.
“Os algoritmos de inteligência artificial desempenham um papel fundamental, com uma ampla rede de aplicações que pode facilitar a rotina desses profissionais. Tais avanços estão modificando a relação deles com a tecnologia e redefinindo a maneira como trabalham. E, ao contrário do que se possa imaginar, a IA possibilita uma maior conexão e fortalece o vínculo entre o médico e o paciente, elevando a qualidade das práticas de cuidado, na medida em que transmite informações relevantes para a eficiência operacional, permite a automação de tarefas repetitivas e libera tempo para atividades mais estratégicas, como o próprio atendimento e contato direto com o paciente, enquanto a IA faz as tarefas burocráticas do processo”, afirmou.
Além disso, como acrescentado por ele, o uso da IA pode também diminuir as chances de problemas que afetam a satisfação do paciente e aumentam os custos dos tratamentos.
Vale lembrar que em 2023, inclusive, A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um relatório abordando de que modo a inteligência artificial e o aprendizado de máquina — machine learning (ML), em inglês — podem colaborar em aspectos de financiamento da saúde.
O documento versava sobre variados temas, como previsão de gastos, gestão de riscos e detecção de fraudes, ressaltando uma variedade de resultados positivos, notadamente quando se fala em velocidade e precisão de análise de dados, em comparação com métodos estatísticos tradicionais.
Nascida em 2 de julho de 1999, Stephanie Masson é uma jornalista formada pela Faculdade Maringá em 2022. Durante sua trajetória acadêmica, ela fez estágio de um ano na Band TV Maringá e, posteriormente, no portal de notícias Maringá Post.
Após concluir seu estágio com sucesso, Stephanie foi contratada pelo Maringá Post e se tornou uma das jornalistas oficiais da redação. O seu foco principal envolve notícias do cotidiano e policial, além de reportagens sobre cultura, que é um de seus interesses.
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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

Sobre o autor

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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

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