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A essência humana na era da Inteligência Artificial – TI INSIDE Online

Em todo o mundo, o ritmo da revolução digital foi dramaticamente acelerado pela pandemia, quando quase todas as interações humanas presenciais foram substituídas por interações digitais, por conta da necessidade. À medida que as restrições de mobilidade e o distanciamento social entraram em vigor, as pessoas e companhias tiveram que se adaptar rapidamente a novas formas de trabalho, educação, consumo, entretenimento e comunicação.
De acordo com a Pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos domicílios brasileiros (TIC Domicílios) de 2020, o acesso à internet nos domicílios brasileiros aumentou de 71% em 2019 para 83% em 2020. Já segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Transformação Digital (ITD), que mede o grau de informatização das empresas, cresceu 8,7% entre 2021 e 2022.
Esses patamares de digitalização persistiram após a pandemia, elevando as expectativas e demandas dos usuários em relação às experiências digitais. Hoje, os tais requisitos exigem experiências que emulem a interação humana, mesmo quando automatizadas, e que sejam consistentes em todos os pontos de contato digitais, promovendo interações ágeis e acessíveis. Graças à crescente popularidade de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, as organizações estão se capacitando para atender essas demandas.
A IA desempenha um papel fundamental na transformação da experiência do cliente, proporcionando uma abordagem mais personalizada, eficiente e inclusiva. Ao analisar vastos conjuntos de dados, essa tecnologia pode identificar padrões comportamentais e preferências dos clientes, permitindo que as organizações ofereçam recomendações mais precisas e relevantes e que adequem seus produtos ou serviços com recursos de acessibilidade.
Ou seja, essa tecnologia está no cerne do desenvolvimento de aplicações realmente centradas no ser humano. De acordo com o estudo Human-Centered Software Design: A State of the Marketplace Report, encomendado pela Progress, os dois principais impulsionadores para este foco nas organizações são: necessidades de usuários em constante mudança / expectativas crescentes dos usuários (56%), e um rápido aumento nas interações digitais (56%).
No Brasil, a pesquisa revela que 92% dos entrevistados acreditam que as organizações têm a responsabilidade social de criar softwares centrados no ser humano, 59% concordam que a criação de aplicações centradas no ser humano é uma necessidade importante e planejam investir nesta abordagem nos próximos 12 a 18 meses. Já em relação ao mercado, 61% deles acreditam que o setor precisa incentivar mais a aceitação da tecnologia e explorar qual seria o modelo ideal de design focado no ser humano e na acessibilidade.
Ainda de acordo com a pesquisas, entre as principais ações para entender as necessidades e os comportamentos dos usuários e criar aplicações acessíveis, os respondentes brasileiros afirmaram que estão testando propriedades digitais para garantir as principais acessibilidades em suas aplicações (77%), melhorando sua capacidade de agir rapidamente em quaisquer mudanças necessárias (65%), e trabalhando com equipes multidisciplinares para combater o enviesamento e incentivar a reflexão sobre as hipóteses no início do processo (47%). Globalmente, 59% dos entrevistados disseram que já estão atendendo a esse novo requisito por meio de ferramentas, treinamento e políticas.
Essas informações revelam uma forte percepção entre os entrevistados sobre a importância de criar experiências digitais centradas no ser humano. Essa abordagem não apenas implica em personalização e relevância, mas também em acessibilidade e, ao adotá-la, os desenvolvedores melhoram a qualidade de suas soluções e contribuem para a criação de um ambiente digital mais inclusivo.
Embora a inteligência artificial seja desprovida de emoções, ela tem a capacidade de entender e atender às necessidades dos clientes, e se torna essencial para criar experiências digitais verdadeiramente humanizadas. Essa tecnologia amplifica e complementa as capacidades humanas, em vez de substituí-las, resultando em soluções mais eficazes, éticas, acessíveis e alinhadas com as necessidades dos usuários.
Francisco Larez, vice-presidente da Progress para América Latina e Caribe.

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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

Sobre o autor

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Marcelo Faria - Redação Kriahtiva

Marcelo Faria, aos 27 anos, é a mente criativa por trás da produção de textos da Kriahtiva. Com uma paixão inigualável pelo universo online, seus textos são faróis de inspiração, navegando pelos mares do marketing digital com inovação e expertise. Em cada artigo, ele transforma conceitos complexos em leituras envolventes, guiando os leitores por uma jornada única de descobertas no vasto mundo do marketing.

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